Informativo

ROSÉOLA


Orientações para Escolas

Tempo de leitura: 8 minutos

Atualização: outubro/2026

DEFINIÇÃO

A roséola é uma infecção viral muito comum na primeira infância. Também é chamada de exantema súbito, sexta doença, pseudorrubéola ou febre de três dias.


A causa mais frequente é o herpesvírus humano 6B (HHV-6B). Outras causas, menos comuns, são o herpesvírus humano 7 (HHV-7), os enterovírus (coxsackievírus A e B, echovírus), os adenovírus e o vírus da parainfluenza tipo 1. Como os vírus são diferentes, a forma de transmissão e o período de incubação podem variar de um caso para outro.


É uma doença de crianças pequenas, com pico de ocorrência entre 7 e 13 meses de idade. Noventa por cento dos casos acontecem em crianças menores de 2 anos, e afeta meninos e meninas na mesma proporção.


O HHV-6B infecta a maioria das crianças nos dois primeiros anos de vida. Entre adultos, mais de 90% já tiveram contato com o vírus. Ou seja: quase todos nós fomos infectados na infância, na maior parte das vezes sem que ninguém percebesse.


Ponto importante: apenas 25% a 30% das crianças infectadas pelo HHV-6B desenvolvem o quadro clássico de roséola. Nas demais, a infecção se manifesta como uma doença febril aguda sem manchas na pele, ou passa sem sintomas. Não ter mancha não significa que não seja roséola, e ter febre alta não significa que a mancha vai aparecer.


O quadro clássico é febre alta por 3 a 5 dias, que desaparece de forma repentina, seguida do aparecimento de manchas rosadas (exantema) no corpo.


A roséola ocorre durante todo o ano, mas o pico de incidência é na primavera e no outono. Nesses períodos vale reforçar a atenção da equipe escolar.


Depois da infecção, o vírus permanece no organismo de forma latente por toda a vida, sem causar doença em pessoas com imunidade normal. Um segundo episódio de roséola é raro. A doença é benigna e autolimitada, e a maioria das crianças se recupera sem qualquer sequela.

TRANSMISSÃO

A maioria dos casos de roséola ocorre de forma isolada, sem que se identifique de quem a criança pegou o vírus.


O HHV-6B é transmitido, muito provavelmente, pela eliminação do vírus na saliva de pessoas próximas que não têm nenhum sintoma — em geral os pais e os irmãos mais velhos. Não é preciso haver alguém doente para a criança se infectar.


A transmissão é predominantemente dentro de casa, e não na comunidade.

Estudos feitos no Japão e na Turquia durante a pandemia de covid-19 mostraram que o número de casos de roséola não mudou no período, enquanto os casos de gripe e de vírus sincicial respiratório caíram muito. Se a transmissão fosse principalmente entre crianças em ambientes coletivos, os casos de roséola também teriam caído.


Formas de transmissão:


•    Contato com a saliva de quem tem o vírus: beijos na boca, dividir copos, garrafas, talheres, chupetas e mordedores, provar ou soprar a comida da criança com a mesma colher.


•    Gotículas eliminadas ao falar, tossir ou espirrar próximo à criança.


•    Levar as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos depois de tocar brinquedos, maçanetas, mobiliário e outras superfícies com saliva ou secreções.


Não há transmissão pelo leite materno nem por transfusão de sangue.



📋 PERÍODO DE INCUBAÇÃO E DURAÇÃO

•    Incubação: em média 9 a 10 dias entre o contato com o vírus e o início dos sintomas, podendo variar de 5 a 15 dias.


•    Febre: 3 a 5 dias (média de 3,8 dias), com queda repentina.


•    Manchas (exantema): aparecem quando a febre cede e costumam durar 1 a 2 dias. Em alguns casos aparecem e desaparecem em 2 a 4 horas.


Duração total: cerca de 1 semana, com recuperação espontânea.



📋 PERÍODO DE AFASTAMENTO

O que dizem as fontes científicas: não existe período recomendado de afastamento da creche ou da escola para crianças com roséola, e crianças com casos isolados de roséola não são consideradas contagiosas. Não há base científica para exigir 7, 10 ou 15 dias de isolamento, nem para exigir o desaparecimento das manchas antes do retorno.


Isso não significa que a criança com febre deva ir à escola. O afastamento se justifica pelo estado da criança, não pelo risco de contágio da roséola:


•    Afastamento: a criança permanece em casa enquanto estiver com febre ou com o estado geral comprometido — sonolência, irritabilidade importante, recusa de líquidos e alimentos, dor. Uma criança febril não consegue participar das atividades e precisa de cuidado individual, que a escola não tem condições de oferecer.


•    Retorno: após 24 horas sem febre e sem uso de medicamento antitérmico, desde que esteja em bom estado geral, alimentando-se e conseguindo participar das atividades.


•    Manchas: não é necessário esperar que desapareçam. Quando as manchas aparecem, a fase de multiplicação do vírus no sangue já passou.


Atenção — o diagnóstico precisa ser médico:

Febre com manchas na pele em criança pequena também ocorre no sarampo, na rubéola, na escarlatina, no eritema infeccioso (quinta doença), nas infecções por enterovírus (mão-pé-boca) e em alergia a medicamentos. Algumas dessas doenças têm regras próprias de afastamento e são bem mais graves. Por isso a escola deve pedir avaliação médica antes do retorno sempre que houver manchas na pele acompanhadas de febre ou de alteração de comportamento, mesmo que a suspeita seja de roséola.


O vírus da roséola fica no corpo para sempre depois da primeira infecção:

E quase todas as pessoas, adultos e crianças, eliminam esse vírus na saliva de tempos em tempos, sem nenhum sintoma. Por isso, afastar da creche a criança que teve roséola não impede que o vírus circule: ele está presente na saliva de quem convive com ela. As medidas que fazem sentido são evitar contato com saliva (beijos na boca, compartilhar copos, talheres e brinquedos que vão à boca) e manter a higiene das mãos. A criança só precisa ficar em casa se tiver febre com mudança de comportamento.

SINAIS E SINTOMAS

Fase da febre (1º ao 5º dia)

•    Febre alta de início súbito, que pode ultrapassar 40 °C, durando 3 a 5 dias e cedendo de forma abrupta.


•    A maioria das crianças, apesar da febre alta, apresenta bom estado geral: fica ativa e alerta. Isso é característico da roséola e ajuda a diferenciá-la de infecções graves. Criança com febre alta e prostrada, gemente ou que não interage precisa de avaliação médica imediata.


•    Gânglios aumentados no pescoço, atrás das orelhas e na nuca, geralmente do 2º ao 4º dia de febre.


•    Em bebês, a moleira pode ficar abaulada (mais elevada e tensa). Isso, junto com a febre alta, costuma levar o médico a investigar meningite — e essa investigação é necessária.


•    Irritabilidade e choro fácil.

•    Coriza, nariz escorrendo.

•    Tosse.

•    Pálpebras inchadas.

•    Olhos vermelhos na região da pálpebra.

•    Diarreia e vômitos.

•    Redução do apetite.

•    Dor de ouvido ou otite.


•    Pequenas manchas ou pequenas úlceras no céu da boca, junto à garganta, chamadas manchas de Nagayama (presentes em cerca de 2 em cada 3 crianças). Aparecem antes do exantema e ajudam o médico no diagnóstico.


manchas de Nagayama

Imagem: manchas de Nagayama

Fonte: cremal.org

Fase das manchas (quando a febre cede)

O exantema aparece justamente quando a febre passa — e não durante a febre.

Características:

•    Manchas planas ou levemente elevadas, rosadas ou avermelhadas, que ficam mais claras quando a pele é pressionada.

•    Começam no pescoço e no tronco e se espalham para o rosto e os membros.

•    Em geral não coçam.

•    Duram 1 a 2 dias; às vezes aparecem e desaparecem em poucas horas.

•    Raramente podem ter aspecto de pequenas bolhas.

•    Não precisam de pomada, talco ou qualquer tratamento. Desaparecem sozinhas.


Cuidado com um engano comum: quando a criança está tomando antibiótico e aparecem manchas avermelhadas na pele (alergia ao medicamento) é comum confundir com o exantema da roséola. Duas pistas ajudam a diferenciar: na alergia, a erupção dura mais tempo e coça; na roséola, dura pouco e não coça. Só o médico pode fazer essa distinção!

Exantema da Roséola

Imagem: aspecto característico do exantema da roséola

Fonte: UpToDate

Complicações possíveis

A roséola é benigna na grande maioria dos casos. Quando há complicação, a mais comum é a convulsão febril. Também podem ocorrer, de forma rara, meningite asséptica, encefalite (inflamação do cérebro) e queda de plaquetas com manchas arroxeadas na pele.


Convulsão febril

Cerca de 10% a 15% das crianças com infecção primária pelo HHV-6B apresentam convulsão febril, relacionada à subida rápida da temperatura. É a complicação mais frequente da doença e a que tem maior chance de acontecer dentro da escola. Costuma ser breve, de 2 a 3 minutos, e na grande maioria dos casos não deixa sequelas.

Para saber como agir diante de uma convulsão acesse o vídeo com orientações aqui.


Quando procurar o serviço de saúde

Toda criança pequena com febre e manchas na pele deve ser avaliada por um médico, para confirmar o diagnóstico e descartar outras doenças. Procure atendimento com prioridade se houver:


•    Bebê com menos de 3 meses com qualquer febre.

•    Febre há mais de 5 dias, ou febre que retorna depois de já ter cedido.

•    Criança prostrada, muito sonolenta, difícil de acordar, gemente ou que não interage — sinal que não é típico da roséola.

•    Recusa de líquidos ou sinais de desidratação: boca seca, fralda seca por muitas horas, choro sem lágrimas, olhos fundos.

•    Manchas que não desaparecem quando a pele é pressionada, ou manchas arroxeadas.

•    Dificuldade para respirar.

•    Convulsão.

•    Vômitos persistentes, dor de cabeça intensa ou rigidez de nuca.

•    Moleira abaulada em bebês.

•    Manchas que duram mais de 3 dias, que coçam, ou manchas acompanhadas do retorno da febre.

•    Criança com imunidade comprometida (em tratamento de câncer, uso de corticoide ou imunossupressor, transplantada): procurar o médico assim que a febre começar. Nesses casos o vírus pode causar quadros graves, e o acompanhamento precisa ser especializado.


Emergência (SAMU 192): convulsão, dificuldade para respirar, manchas roxas que não desaparecem à pressão, criança que não responde.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

Diagnóstico: é clínico. O médico reconhece o padrão da doença — febre por 3 a 5 dias em criança pequena, que cede de forma abrupta e é seguida de manchas. Exames laboratoriais raramente são necessários em crianças saudáveis com quadro típico, porque não mudam a conduta. Podem ser pedidos quando a apresentação é atípica, quando há complicações ou quando a criança tem a imunidade comprometida.


Nos primeiros dias, quando só existe febre, é comum e correto que o médico investigue outras causas, inclusive infecção urinária. Fechar o diagnóstico de roséola tem um valor prático importante: tranquiliza a família e evita exames e antibióticos desnecessários.


Tratamento: é de suporte. Não existe medicamento específico contra o vírus. Antibiótico não age em vírus e não tem indicação. Antivirais não são indicados para crianças saudáveis — são reservados a situações graves e raras, como encefalite, e a crianças com imunidade comprometida, sempre com avaliação de especialista. As manchas desaparecem sem tratamento.


VACINAÇÃO

Não existe vacina contra a roséola. Não há imunizante disponível contra o HHV-6B nem contra o HHV-7, e nenhuma vacina em uso hoje protege contra essa doença. As fontes consultadas indicam, como única forma de prevenção, medidas de higiene.


Como não há vacina, a prevenção depende de: lavagem das mãos, não compartilhar objetos que vão à boca, evitar beijos na boca e reduzir o contato com a saliva da criança. É importante ser realista: como o vírus é eliminado na saliva de adultos saudáveis e sem sintomas, essa transmissão é difícil de evitar por completo. As medidas de higiene reduzem o risco, mas não o eliminam — e isso não é falha da escola nem da família.


Não confundir: outras doenças que também causam febre com manchas na pele têm vacina — sarampo e rubéola (vacinas tríplice viral e tetra viral) e varicela (vacina varicela). Manter o calendário vacinal da criança em dia não previne roséola, mas evita essas outras doenças exantemáticas, que são mais graves. Em caso de dúvida sobre o calendário, consulte a unidade básica de saúde ou o pediatra.

🏠 O QUE A FAMÍLIA PODE FAZER?

Cuidados com a criança doente

•    Ofereça líquidos com frequência, em pequenas quantidades: leite materno, água, sucos naturais diluídos, água de coco, ou soro de reidratação oral se orientado pelo médico. A hidratação é a medida mais importante, especialmente se houver diarreia ou vômitos.


•    Ofereça alimentos leves e de fácil aceitação. É comum a criança comer menos nesses dias; não force a alimentação.


•    Garanta repouso em ambiente tranquilo e ventilado, com roupas leves.


•    Use antitérmico na dose e no intervalo indicados pelo pediatra, com o objetivo de aliviar o desconforto — e não de “zerar” o termômetro. Se a criança está confortável, brincando e se hidratando, a febre por si só não exige medicação a cada pico.


•    Nunca use ácido acetilsalicílico (AAS, aspirina) em crianças e adolescentes, pelo risco de síndrome de Reye.


•    Não use álcool, gelo, compressas geladas ou banhos frios para baixar a febre: causam tremor e desconforto e não trazem benefício. Se der banho, use água morna e agradável.


•    Não medique por conta própria, não use antibiótico sem prescrição e não repita receitas antigas.


•    As manchas não precisam de nenhum tratamento. Não coçam e desaparecem sozinhas.


•    Observe os sinais de alerta do item “Quando procurar o serviço de saúde”. O sinal mais importante é a mudança no estado geral: a criança com roséola costuma ficar bem entre os picos de febre.


Como a família ajuda na prevenção e no controle da doença na escola


•    Comunique a escola assim que a criança apresentar febre ou receber o diagnóstico, informando a data de início dos sintomas.


•    Não leve a criança com febre para a escola nem para outros ambientes com aglomeração de crianças.


•    Cumpra o critério de retorno: 24 horas sem febre e sem antitérmico, em bom estado geral. Evite dar antitérmico para conseguir levar a criança à escola — isso mascara a febre e atrasa o cuidado que ela precisa.


•    Procure orientação médica durante os sintomas, para o diagnóstico correto e para descartar outras doenças exantemáticas, que podem ser mais graves e ter regras diferentes de afastamento.


•    Leve à escola o atestado ou a orientação médica quando houver, para que a equipe registre e siga a conduta indicada.


•    Mantenha a ficha de saúde da criança atualizada na escola, com contatos de emergência, alergias e medicamentos em uso.


•    Informe a escola se a criança já apresentou convulsão febril, para que a equipe saiba como agir.


•    Reforce em casa a lavagem das mãos de todos: antes das refeições, depois de usar o banheiro ou trocar fraldas, depois de tossir, espirrar ou limpar o nariz e ao chegar da rua. Lave por pelo menos 20 segundos. Onde não houver água e sabão, use álcool em gel com no mínimo 70% de álcool.


•    Não compartilhe copos, garrafas, talheres, chupetas, mordedores e escovas de dente. Evite beijos na boca e não sopre nem prove a comida da criança com a mesma colher. Como o vírus é eliminado na saliva de adultos sem sintomas, esse é o ponto de maior impacto dentro de casa.


•    Ensine a criança a cobrir a boca e o nariz com o antebraço ou com lenço de papel ao tossir e espirrar, e a lavar as mãos em seguida.


•    Higienize com frequência os brinquedos e objetos de uso da criança, principalmente os que vão à boca.


•    Se houver em casa pessoa com imunidade comprometida, redobre os cuidados com a saliva e comunique o médico dessa pessoa.


•    Informe-se sobre os sinais e sintomas para reconhecer o quadro cedo e evitar exames e medicamentos desnecessários.


🎥 Campanha higienização das mãos na escola

Acesse o vídeo para conhecer a campanha

🏫 O QUE A ESCOLA PODE FAZER?

Diante de caso suspeito ou confirmado

•    Afastar imediatamente o aluno com febre e acionar a família, mantendo a criança acolhida em local separado, com um adulto de referência, até a chegada do responsável.


•    Registrar o caso: nome, turma, data de início dos sintomas, data do afastamento e data prevista de retorno, para acompanhar a evolução dentro da escola.


•    Conferir o critério de retorno antes de receber o aluno: 24 horas sem febre, sem antitérmico e em bom estado geral.


•    Solicitar avaliação médica antes do retorno quando houver manchas na pele acompanhadas de febre ou de alteração de comportamento, para descartar sarampo, rubéola, escarlatina, eritema infeccioso, enteroviroses e alergia a medicamento.


•    Verificar se há na turma criança com imunidade comprometida e comunicar a família individualmente, para que busque orientação médica.


•    Comunicar a Unidade Básica de Saúde de referência quando houver 2 ou mais casos confirmados em um período de 15 dias.


•    Reforçar a higienização de brinquedos, superfícies e objetos da turma afetada, retirando de circulação, para higienização, os brinquedos que foram levados à boca.


Medidas permanentes de prevenção

•    Observar sinais de febre e mudança de comportamento na entrada e ao longo do dia, conforme o protocolo interno.


•    Intensificar e supervisionar a lavagem das mãos da equipe e dos alunos, com técnica correta e no mínimo 20 segundos, nos momentos-chave: antes de preparar e servir alimentos, antes das refeições, após o uso do banheiro, após cada troca de fraldas, após limpar secreções e ao chegar e sair da escola.


•    Garantir insumos disponíveis e acessíveis: água, sabão líquido, papel-toalha, lixeira com tampa e álcool em gel com no mínimo 70% de álcool (uso por adultos ou sob supervisão).


•    Identificar por criança os objetos de uso pessoal e não compartilhar copos, garrafas, talheres, chupetas, mordedores e escovas de dente.


•    Higienizar diariamente, e sempre que houver contato com saliva, os brinquedos e objetos que vão à boca.


•    Limpar e desinfetar com maior frequência as superfícies de grande contato: trocadores de fraldas, colchonetes, berços, mesas de refeição, cadeiras de alimentação, maçanetas, interruptores, torneiras, corrimãos, bancadas e banheiros.


•    Manter os ambientes ventilados, com portas e janelas abertas sempre que possível.


•    Escalonar horários e atividades para reduzir aglomerações.


•    Trabalhar a etiqueta respiratória com os alunos de forma lúdica: cobrir boca e nariz ao tossir e espirrar e lavar as mãos depois.


•    Manter protocolo escrito e acessível para febre e para convulsão febril, definindo quem aciona o serviço de emergência e como a família é comunicada, com registro das ocorrências.


•    Capacitar a equipe periodicamente sobre sinais e sintomas, critérios de afastamento e conduta na convulsão febril.


•    Revisar com a equipe as rotinas de cuidado das crianças: troca de fraldas, alimentação, sono e organização dos espaços.


•    Reunir-se periodicamente para avaliar os casos e planejar medidas de prevenção.


•    Manter comunicação clara e frequente com as famílias sobre sinais, sintomas e critérios de afastamento.


Com a colaboração de todos, é possível garantir um ambiente escolar mais saudável e promotor de bem-estar para toda a comunidade!

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